quarta-feira, 18 de abril de 2012

~ EU TE AMO e ponto final

Sabe quando tem alguma coisa te sufocando e você tem vontade de gritar? É assim que me sinto neste momento. Vontade de gritar. Vontade de dizer tudo o que venho guardando há algum tempo. Vontade de não deixar mais duvidas. Vontade de dizer que sentimentos não podem ser guardados no fundo do peito. Não podemos dar nós e deixá-los entalados na garganta. Isso adoece o coração, te deixa sem forças para lutar por qualquer coisa. E isso é que não pode acontecer. 

EU TE AMO. Já ouviu essa frase hoje? Ou melhor já tirou ela da sua garganta hoje? Aposto que não. Dizer para quem você deve estar se perguntou, dizer porque? Já pensou que por um lado é algo que você está deixando que o tempo consuma seu sentimento? Já parou para pensar que você pode perder alguém? Aposto que parou para pensar agora.
Ai você diz, olha só quem fala. Quem é você pra me dizer isso? Prazer, meu nome é Paula Fernandes e já perdi pedacinhos da minha vida que não voltam mais por esse medo bobo de dizer o que sinto. Gostou? Aposto que ainda não te convenci.

Não é difícil colocar por prioridades o que você sente e o que você pensa. Sentir? É isso mesmo, sentir. Você sempre sente alguma coisa quando o vê, não negue, é o primeiro passo. Já passou da hora de você dizer para o seu próprio coraçãozinho o que não dá mais para negar.  Pensar? Deixa isso para depois que você se entregar. 

O tempo passa tão depressa, que às vezes perdemos pedacinhos e momentos de nossas vidas que não voltam mais. Oportunidades perdidas. Chances que não voltam mais. Até que chegou um dia que resolvemos mudar tudo. Decidi colocar toda a minha racionalidade de lado e deixar que os sentimentos gritassem e falassem mais alto. E eu o ouvi, ouvi dizer que ainda havia esperanças, ainda era o meu tempo. Meu tempo de ser feliz. Meu tempo de gritar e gritar até todos ficarem cansados de ouvir a minha voz, cansados de ouvir que EU TE AMO e ponto final.

PaulaFernandes*

~ ÔÔ VIDA!

Cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é ♪ como diz a musica do Caetano Veloso. Cada um tem a sua consciência e sabe muito bem o que faz, ou não (: Prazer, meu nome é diversão e é só nisso que tenho pensado nos últimos meses. 

Se divertir. Ai como é bom viver a vida! As vezes fazemos coisas que na hora entramos em desespero depois de feitas, mas depois de um bom tempo a gargalhada se torna mais gostosa que qualquer coisa. Afinal, quem não quer ter historias para contar aos netos de quando jovens? Quem não quer dar conselhos aos filhos e dizer, acredite um dia eu fiz isso e não deu em um bom resultado.
Sabe aquele momento em que um filme começa a passar em sua cabeça e você sorri sem mais nem menos? Aquele momento em que você esta falando sozinha enquanto caminha pela rua, passando por pessoas que você ao menos conhece, mas mesmo assim você continua conversando consigo mesma... 

É bem neste momento em que comentamos como foi que eu viemos parar aqui, nesta situação? E então revemos todas as loucuras que jamais em sã consciência pensaríamos em cometer um dia e damos risada, e percebemos o quanto a vida nos prega peças. 

Viajar de ônibus por ai, pegar o busão errado. Quebrar árvores, andar sem rumo. Beber todas com as amigas, gastar o que não tem. Comer chocolates até não querer mais, falar muita abobrinha por ai. Cantarolar uma canção sem saber a letra, comer docinhos da festa de criança... ÔÔ VIDA! O que seria dessa vida sem um rolezinho sem vergonha? O que seria da gente sem aos menos essas lembranças? 

São lembranças que ficam guardadas, são segredos que jamais serão revelados. São palavras que sequer podem ser mencionadas. São historias que não ousariam se repetir, ou... deixa pra lá né?

PaulaFernandes*

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

~ É hora de dar tchau ...

De repente, me veio na cabeça algumas cenas de despedidas. Acredite, eu não sou uma das melhores com ela. Apesar de tímida, as vezes, gosto de organizar festas. As vezes eu quero tudo do meu jeito, talvez tenha herdado isso da minha mãe, gosto que tudo saia do jeito certo, e para sair do jeito certo, tem que ser do meu jeito. 

Se parar para pensar, penso que estou ficando velha. Prefiro não pensar nisso. Mas a cada ano que se passava, eu organizava uma despedida. Não sei porque, mas o fato de lembrar o quanto era importante para alguém a quem estava de partida, era importante para mim. Ir para longe, mudar de cidade, voltar das férias... Tudo era motivo de juntar a galera e fazer uma despedida caprichada. Com direito a churrascos, vídeos, mensagens, lagrimas...

“É hora de dar tchau”, como diria aquele programa infantil que todo mundo assistia.  Às vezes é preciso, às vezes não é o nosso verdadeiro desejo, mas é o que é preciso ser feito.  A hora da partida por mais tarde que ela seja, um dia ela chega. Um dia, todos irão partir, não há nada que mude o fato de que um dia, todos seguiram os seus caminhos... Novos caminhos, novos desafios e assim é a vida.

As férias estão acabando, o nosso tempo passou tão depressa, que parece que ainda falta algo. Falta mais tempo na verdade, faltam horas, minutos e segundos... Vou sentir falta de muitas coisas. Conversas jogadas fora de madrugada, jogos com os amigos, pizzas... É hora dos abraços, dos apertos de mãos, dos beijos estralados, é hora de se despedir.

Despedidas. Palavrinha que remete a distancia, tempo e enfim, se resulta na saudade. Desde então, as despedidas não estão mais na minha lista de melhores coisas a se fazer. 


PaulaFernandes*

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

~ Tudo por conta do tempo ...

Abrir os olhos. Desligar o despertador. Rolar de um lado para o outro, antes de levantar. Que dia é hoje? Ah sim, quarta-feira. Não parece voar esta semana. Até parece que está esperando com que eu faça o que pensei a semana inteira. Seria mesmo? Que seja. Talvez de tempo. Se não der, não deu. Não era pra ser. Nem hoje nem nunca. Triste? Não acho. Chega de tristeza. Levanto. Apenas sento na beira da cama. Olho pro lado e para o outro. Cade meu tênis? Não, tênis hoje não. Levantei.


O dia está quente. É quase verão e ninguém se acostuma com esse calor terrível da cidade. Entro no carro. O serviço me espera. Até chegar ao meu destino, mil pensamentos passam pela cabeça. A ultima ligação me veio a mente. Mas não exatamente o que me preocupava ontem. Mas sim, o que já vinha a algum tempo....
Meu 2011. Ah, meu 2011. O que foi que aconteceu contigo? Parecia ser um ano diferente. Depois do perturbador 2010. Mas não, começou com o pé esquerdo assim como o ultimo. Seria cômico se não fosse trágico. “Breakaway” foi a musica que escolhi para tocar enquanto mergulhava novamente em pensamentos. Lá vem o tempo novamente. Porque insiste em complicar tudo? Tempo, tempo, tempo. Não agüento mais você. Poderia pelo menos uma vez ser o tempo certo. Quem sabe assim, tudo se encaixe. As peças desse quebra cabeça se montem adequadamente.


Tempo. Olha você outra vez. É preciso tempo para te organizar. É preciso tempo para esquecer. É preciso tempo para mudar. É preciso tempo para entender. É preciso tempo para tudo. É preciso tempo para amar...


PaulaFernandes*

domingo, 18 de dezembro de 2011

~ Desde sempre para sempre

As vezes acreditamos que o tempo cura tudo. As vezes acreditamos que com o tempo, tudo vai passar. Mas não é bem assim... O que há de errado com o tempo? Seria ele mesmo o culpado disso tudo, ou talvez sejamos nós? Tempo. Como posso te culpar por algo que carrego dentro do meu peito. Uma dor? Talvez, mas não acho que seja exatamente uma dor. Mas nesse momento. Posso dizer que sim, é um buraco que encontro aqui. Exatamente, aqui. Como se estivesse faltando algo. Ou alguém. Bobagem seria eu perguntar, mas quem? Voce sabe muito bem quem. Só não quer mais admitir. Porque? Talvez seja por dor, ódio, tristeza, mas não... É por amor.

Amor, mas uma vez me encontro falando de amor. Porque o amor? Porque temos que amar o que não nos faz mais bem, ou talvez faça, mas não agora. Amar, não é sentir dor. Amar é respeitar, sentir amor. Ser feliz, estar de bem, de bem com a vida. De bem com você mesmo. Como culpar o tempo, se é algo que vem de dentro. Vem lá de dentro, algo que um dia já foi bom, pulsava intensamente. Um dia foi assim... Amor. Ai o amor. Mãos frias, suadas, sem ter o que falar. Borboletas na barriga, olhar nos olhos e dizer “eu te amo”.

Olha só, quem sou eu pra falar de amor. Tanto tempo assim, fria. Uma vez disseram me conhecer bem. Alguém fria, com o coração duro. Foi um alguém que nem me conhece a tanto tempo. Alguém que tinha sido machucada e por esta razão não daria mais chance a ninguém. Mas que morreria com aquele vazio no peito. Alguém que nem o tempo poderia apagar. E ai você pergunta, porque não apagou? Porque eu não deixei.

PaulaFernandes*

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

~ Vale a pena sofrer por amor?

Já era tarde quando começaram a trocar mensagens. O tempo havia passado, mas parecia que o sentimento ainda esta guardado. Sentimento? Mas que sentimento seria esse? Seria novamente o amor? Era de se pensar. Mesmo carregado de duvidas, de medos, de magoas, resolveram arriscar novamente. Bobeira. É isso mesmo, marcaram bobeira.


Tudo estava certo para começar uma vida nova, sem rancores. Sem ressentimentos. Porém tudo indicava que ainda não era hora. Mas alguém ouve a consciência quando se está apaixonado? Não, não é mesmo?

Dizem que quando nos apaixonamos, quando encontramos o amor, ficamos cegos. Não escutamos ninguém, uns já são cabeça dura desde sempre, quando confiam cegamente então, não adianta, ninguém vai te ouvir.

Mas enfim, alguém sabe o porquê disso tudo? Alguém me dá um motivo pra entender por que você sabe que vai se machucar de novo e mesmo assim vai lá e arrisca? Talvez pra dizer que pelo menos tentou ou então, só para ter certeza que você é trouxa mesmo.

E é ai que devemos parar e pensar, é isso mesmo que queremos? Continuar nos magoando? Acredito que não. Reflita um pouco sobre seus atos, saiba que aos poucos vamos perdendo aquilo que mais temos de valor ao deixar cair em mãos erradas ou ao menos deixar de dar atenção, demonstrar amor... Será que ainda vale a pena todo esse esforço?


PaulaFernandes*

quarta-feira, 27 de julho de 2011

~ ame, grite, viva... apenas viva!

Pare e pense pra falar. Não diga nada que possa se arrepender depois. Ame. Ame como se fosse o ultimo dia. Diga que ama. Como se fosse a ultima coisa a se dizer. Fale, não deixe pra depois. Não tenha medo. Deixe essa confusão de lado.
Seja mais claro, não bagunce tudo. Deixe tudo organizado. Não deixe de lado. Perca o medo. Não deixe o medo te abraçar. Fale o que tem vontade de falar. Faça o que tem vontade de fazer.
Quer gritar? Grite, não tenha medo de arriscar. Arrisque, não deixe o tempo passar. Não dê mais nó em sua cabeça.  Acredite nas batidas do seu coração. Declare-se. Não tenha medo de amar. Conquiste. Não deixe o tempo te apagar.
Apareça. Não deixe que te esqueçam. Fala a verdade, seja sincero. Não tenha medo de errar. Acredite, ainda há uma chance de amar.
Dê uma chance. Não estrague tudo.

PaulaFernandes*

Poemas bobos como esse faz com que pessoas bobas como você, perca tempo lendo e pensando “poxa, será que é comigo? Será que é pra mim? Pois é, eu não faço nada disso”. Então acorde, e não deixe mais o tempo ir embora. Não faça com que você não tenha lembranças, saudades, medos derrubados... Acredite, arrisque. Se for preciso, mude. Não mude seus ideais, mas mude sua forma de ver, seu jeito de se expressar. Não deixe que te interpretem de forma errada. Seja gentil, aprenda a dizer sim, diga que não. Faça alguém feliz. Seja VOCÊ feliz. Não dependa dos outros. Não feche a cara, não fique triste. Aprender a conviver entre os humanos é o maior desafio que você pode encontrar. Ninguém nunca está satisfeito #fato.